18 de janeiro de 1604
A bandeira de Pero Coelho chega á foz do rio Coreaú.
19 de Janeiro de 1604
A invasão segue sua marcha para a Serra da Ibiapaba sustentando desde esse dia luta com os índios tabajaras, liderados por Jeroparyassú (Diabo Grande) e Irapuan (Mel Redondo), aliados dos franceses comandados pelo pirata Bombille. Os invasores fazem prisioneiros indígenas e franceses, dentre eles, o líder tabajara Ubaúna.
Jeroparyassú e Irapuan fazem um acordo de paz com o capitão-mor.
Querendo Pero Coelho seguir para o Maranhão, os soldados se rebelam e planejam assassiná-lo, fazendo-o deixar o Ceará e partir para a Paraíba no intuito de reunir-se com sua família e obter recursos para manter-se na posse das terras do Ceará.
Pero Coelho dá conta ao Governador Geral do Brasil Diogo Botelho dos sucessos da expedição do Ceará, pede-lhe ajuda e socorro para prosseguir nela e manda-lhe numerosos prisioneiros indígenas e dez franceses. O Governador Geral promete auxiliá-lo.
O estabelecimento feito por Coelho na ida ou na volta da Ibiapaba, foi decididamente à margem direita do rio Ceará, lugar Vila Velha. Nova Lusitânia se chama a terra, e Nova Lisboa, a povoação que fundou.
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